As últimas semanas dos estudantes de Vitória estão recheadas de atividades realizadas pelos projetos de Educação Ambiental, desenvolvidas pela Secretaria Municipal de Meio Ambiente (Semmam), por meio do Centro de Educação Ambiental (CEA) da Mata da Praia e da Mata Paludosa, que ofertam à população da capital diversas atividades socioeducativas sobre o meio ambiente.
Fundo do mar
O Centro Municipal de Educação Infantil (Cmei) Zenaide Genoveva Marcarini Cavalcanti, desenvolveu com as crianças o projeto “Animais do Fundo do Mar”. Nele, os educadores ambientais do Centro de Educação Ambiental (CEA) da Mata da Praia realizaram, entre outras atividades, uma roda de conversas sobre os impactos dos resíduos descartados de forma inadequada na vida marinha, a dinâmica “Amigos da Natureza” e uma pescaria ecológica, que trata de forma lúdica os assuntos abordados em sala de aula.
Além das aulas sobre o descarte irregular de resíduos nas praias e rios, os alunos foram visitar o Pier de Iemanjá, com o objetivo de observar as tartarugas. Lá, participaram de uma limpeza simbólica da praia de Camburi.
Manguezal
Já a Escola Municipal de Ensino Fundamental (Emef) Marechal Mascarenhas de Moraes, finalizou o projeto “Poluição no Manguezal de Vitória” com uma palestra com as turmas de 6° e 7° ano, que revisitou os temas abordados durante o projeto, que tratou da importância do manguezal, seus valores culturais, ambientais e econômicos, bem como o bioma da mata atlântica e sua biodiversidade.
As crianças do Cmei “Nelcy da Silva Braga” realizaram a última visita ao Manguezal de Goiabeiras, para encerrar o projeto “Mangueando na Educação”, desenvolvido pela técnica e educadora ambiental Juliana Conde.
Os educadores ambientais receberam, no Parque Municipal Padre Alfonso Pastore, a visita dos alunos do 8° ano da Emef “Adão Benezath”, que fizeram a caminhada pela trilha com a história do parque e observação da flora da mata de restinga remanescente, além de conhecerem a maquete do ciclo da água e praticarem do jogo “Água que você não vê”.
Cidade limpa
Já o Centro de Educação Ambiental da Mata Paludosa, desenvolve outro projeto que contempla a Educação Ambiental na capital, o “Vitória Cidade Limpa”. Os alunos do 5º ano da Emef “Adevalni S. Ferreira de Azevedo” realizaram uma oficina com o reaproveitamento de garrafas PET, para confecção de vaso autoirrigável. O objetivo desta atividade é reaproveitar resíduos secos para algo que pode ser utilizado em outras necessidades, possibilitando mais tempo de vida útil do material.
A Escola Crescer PHD também participa das atividades de educação ambiental do CEA Mata Paludosa. Nesta semana, os estudantes do 4º e 5º ano estiveram na oficina de reaproveitamento de cascas de banana. Eles prepararam três receitas de brigadeiro de chocolate, bolo de café e outro com banana e maçã, utilizando o material reaproveitado.
Além de trabalhar a questão do reaproveitamento e da alimentação saudável e orgânica, eles degustaram os quitutes que poderão apresentar aos pais, ao final do projeto. Outras atividades serão desenvolvidas nos próximos meses, como a separação de resíduos secos para a coleta seletiva na escola, destinação correta deles, tempo de decomposição de resíduos, entre outras.
O projeto Vitória Cidade Limpa é desenvolvido em ambas escolas e sempre de forma processual, para que o aluno tenha conhecimento e consiga assimilar as informações pertencentes a temática. O planejamento das atividades acontece previamente com o professor e o pedagogo da escola para que as atividades sejam dialogadas e, por vezes, somadas ao trabalho que o professor já desenvolve com os alunos.
Educação Ambiental: semanas de aprendizado para estudantes de Vitória

