O Plano Amazônia: Segurança e Soberania (Amas) está recebendo um aporte significativo de R$ 318,5 milhões do Fundo Amazônia para fortalecer a presença das forças de segurança na região. Esse investimento será fundamental para combater o desmatamento ilegal, o tráfico de drogas, o tráfico de pessoas e o garimpo ilegal que ameaçam a Amazônia.
O contrato de repasse dos recursos foi assinado pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) e pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) em uma cerimônia no Palácio do Planalto. Com esse financiamento, está prevista a criação de um centro de inteligência internacional, bem como a aquisição de equipamentos como lanchas blindadas, helicópteros, drones, veículos e outros equipamentos de inteligência.
O objetivo principal do Plano Amas é realizar ações de inteligência que possam identificar toda a cadeia do crime relacionada a atividades ilegais na Amazônia. Para isso, o comitê gestor do Amas é composto por representantes do Ministério da Justiça, da Secretaria Nacional de Segurança Pública, da Polícia Federal, da Polícia Rodoviária Federal, dos Ministérios do Meio Ambiente e Mudança do Clima e da Defesa.
É fundamental ressaltar que as forças de segurança federais e estaduais, por si só, não são suficientes para preservar a Amazônia, que é um patrimônio de toda a humanidade. Por isso, é essencial uma forte ação diplomática e cooperação policial com os estados vizinhos para combater crimes como desmatamento, garimpo ilegal e tráfico.
Esta é apenas a primeira fase do Plano Amas, que pretende alcançar um total de R$ 1,2 bilhão em investimentos. O presidente do BNDES destacou a importância de combater o desmatamento na Amazônia como uma maneira de combater o crime organizado e proteger a região contra atividades ilícitas que a prejudicam.
Em resumo, o Plano Amazônia: Segurança e Soberania é uma iniciativa crucial para proteger a maior floresta tropical do mundo e garantir a segurança e soberania da região. Com o apoio do Fundo Amazônia, as forças de segurança terão os recursos necessários para combater os crimes ambientais e preservar a riqueza natural da Amazônia para as futuras gerações. Este investimento é um passo importante na luta contra o desmatamento e na promoção da sustentabilidade na região.

