Espírito Santo: Destaque Nacional em Gestão Fiscal Responsável
O Estado do Espírito Santo consolidou sua posição de liderança no Brasil em termos de gestão fiscal ao registrar, conforme o Relatório Resumido de Execução Orçamentária (RREO) de 2025, elaborado pela Secretaria do Tesouro Nacional, o maior índice de poupança corrente e o menor nível de endividamento entre as unidades da Federação. Os dados foram corroborados por um recente levantamento publicado pelo jornal O Globo.
De acordo com o RREO, o Espírito Santo obteve um percentual de poupança corrente em relação à Receita Corrente Líquida (RCL) de 21,1%. Esta poupança corrente, que representa a diferença entre as receitas arrecadadas e as despesas empenhadas, serve como um indicador direto da capacidade do Estado em financiar investimentos com recursos próprios.
Atingindo o maior percentual do país, o Estado demonstra uma elevada autonomia financeira e solidez nas contas públicas, o que lhe permite manter um ritmo de crescimento sustentável e implementar políticas públicas estruturantes sem depender de fontes extraordinárias. Além disso, o Espírito Santo ocupa o primeiro lugar em investimentos, alocando 20% de sua receita total nesta área, o maior percentual entre as unidades da Federação.
O levantamento publicado por O Globo evidencia ainda que o Espírito Santo possui o menor nível de endividamento do Brasil, com um percentual negativo de -52,48% na relação entre a dívida consolidada e a receita. Este indicador revela que o Estado não apenas controla sua dívida, mas também apresenta uma situação credora líquida, caracterizada por uma disponibilidade de caixa que supera o estoque da dívida.
A combinação de uma dívida negativa, uma elevada poupança corrente e a liderança em investimentos reflete os três pilares fundamentais de uma gestão fiscal eficaz. Essa estrutura permite ao Estado investir mais com recursos próprios, mantendo a sustentabilidade das contas públicas a longo prazo.
O secretário de Estado da Fazenda, Benicio Costa, destacou a relevância dos resultados obtidos, que confirmam a eficácia do modelo de gestão adotado pelo Governo do Estado. Segundo ele, “manter o maior índice de poupança corrente do País, liderar em investimentos e ainda apresentar o menor nível de endividamento do Brasil é prova de que o Espírito Santo alia responsabilidade fiscal e capacidade de execução”. O secretário ressaltou que, em 2025, o Estado destinou mais de R$ 5 bilhões a investimentos, estabelecendo um novo recorde histórico.
O secretário de Estado de Economia e Planejamento, Álvaro Duboc, acrescentou que os resultados fiscais são frutos de uma estratégia de longo prazo, estruturada com responsabilidade e planejamento. Com a Nota A+ na Capacidade de Pagamento (Capag) e a melhor relação entre dívida e receita do País, conforme dados do Tesouro Nacional, o Espírito Santo se torna referência em gestão fiscal responsável. Entre 2019 e 2025, o Estado aplicou R$ 20,5 bilhões, resultando em projetos concretos que visam melhorar a qualidade de vida da população capixaba.
Por sua vez, o auditor de Finanças e subsecretário do Tesouro Estadual, Daniel Corrêa, enfatizou que os resultados positivos são consequência de um planejamento técnico e de um controle rigoroso das despesas. Ele destacou que a poupança corrente de 21,1% demonstra a autonomia financeira do Estado, enquanto a dívida negativa de -52,48% reafirma a solidez estrutural e baixa vulnerabilidade fiscal. A capacidade de transformar esse equilíbrio em entregas concretas à sociedade também foi ressaltada, com foco na eficiência do gasto público e previsibilidade orçamentária.
Esses indicadores, apresentados no RREO de 2025, consolidam o Espírito Santo como um exemplo nacional de equilíbrio fiscal e gestão responsável dos recursos públicos.
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Fonte: Governo ES




